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Dicas para lidar com a birra das crianças pequenas 27/11/2014


Por: Michele

27/11/2014

É muito comum que os pais, diante de um acesso de birra de seus filhos pequenos, achem que estão criando um monstrinho. O escândalo que algumas crianças fazem diante de uma frustração pode deixar seus geradores perdidos e nervosos com o barulho e a atenção que atrai, muitas vezes em público!
Como já sabemos a solução não envolve gritos, puxões de orelha ou palmadas, mas sim firmeza e autoridade, desenvolvidas a médio e longo prazo. Para conseguir colocar essas atitudes em prática seguem algumas dicas:

Tente não perder a calma você também

Respirar fundo é a melhor dica. Seu filho já está assustado por estar fora de controle, e a última coisa que ele precisa é sentir que você também está sem controle. Se a birra aumentar a ponto de ele bater nas pessoas ou nos animais de estimação, jogar coisas ou gritar sem parar leve-o até um lugar seguro, como o quarto. Explique por que ele está lá e deixe-o saber que ficará com ele até ele parar. Quando tudo acabar, converse sobre o que aconteceu e ajude-o a colocar os sentimentos em palavras.

Evite cenários que favoreçam a birra

Tente evitar situações que possam levar a criança a ter um chilique. Por exemplo, se ela é do tipo que fica muito mal-humorada quando está com fome, carregue pequenos lanches. Se ele tem problemas na transição de uma atividade para outra, avisar com antecedência é uma boa alternativa.
Não ceda à birra e mantenha a sua palavra

Por mais que o chilique dure, não ceda. Bem que dá vontade de fazer isso, para acabar logo com o escândalo, ainda mais quando se está em público. Tente não se preocupar com o que os outros pensam. Se você ceder, só vai ensinar ao seu filho que espernear é um bom jeito de conseguir o que quer.

Não dê atenção à birra

É melhor ignorar o chilique até a criança se acalmar, em vez de «recompensar» o comportamento negativo. Você acabará descobrindo o que é melhor para seu filho por meio de tentativa e erro.
Dê castigos (proporcionais)

As crianças devem entender que seus atos têm consequências. Os pais devem calcular adequadamente o tempo de punição. Para uma criança de dois anos, um castigo de dez minutos já é suficiente.
 

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