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Terça-feira | 12 de Dezembro de 2017 17:43

Mudanças no EstaR geram dúvidas aos campo-larguenses

O anúncio das mudanças no EstaR geraram algumas dúvidas nos campo-larguenses e a Folha de Campo Largo foi até ao Deptran e conversou com o responsável André Pelissari, que explicou as mudanças, válidas a partir de janeiro de 2018

Por: Caroline Paulart

O anúncio das mudanças no EstaR geraram algumas dúvidas nos campo-larguenses e a Folha de Campo Largo foi até ao Deptran e conversou com o responsável André Pelissari, que explicou as mudanças, válidas a partir de janeiro de 2018.

Segundo André, hoje são 15 agentes rotativos que trabalham no EstaR. Desde o dia 18 de outubro, esses agentes foram nomeados como autoridades de trânsito e passarão a exercer a função a partir de janeiro do ano que vem. A intenção é dar maior poder aos agentes que trabalham no EstaR para que eles atuem também na orientação, passando informações e reeducando o motorista campo-larguense. “O que acontece hoje é que muitas pessoas não respeitam o agente do EstaR, discutem com ele. Nessas ocasiões, era necessário registrar na Guarda Municipal o desacato, essa que precisava se deslocar até o local para prestar atendimento, deixando de ir até outras ocorrências, muitas vezes mais importantes.”

Vale ressaltar que os agentes de trânsito não têm o poder de multar os motoristas, apenas realizar a notificação e, a partir do ano que vem, de orientar. A intenção também é desafogar os atendimentos da GM, pois há ocorrências solicitando apoio para estacionamento irregular, por exemplo. A tendência é seguir o que já acontece em Curitiba e cidades da Região Metropolitana também.

Para o próximo ano está previsto algumas ampliações na cobertura do EstaR, mas todos na região central da cidade.

Adesivos

Outra mudança trazida foi a implantação dos adesivos, colados nos carros que receberam a notificação. Com a iniciativa, houve diminuição de 80% no número de reclamações por parte da população, no tocante à geração das multas. “Pensamos nisso justamente porque muitas pessoas vinham ao Deptran para reclamar que haviam recebido a multa em casa. Como todos sabem, caso você seja notificado e não pague a notificação, que custa R$ 15, a multa é gerada e o infrator recebe pontos na carteira, de acordo com a Lei 9.503 de 23 de setembro de 1997. O que acontecia com frequência eram pessoas mal intencionadas tirarem a notificação e jogarem fora. Com o adesivo, o motorista consegue saber que foi notificado”, diz André.

Algumas pessoas reclamaram que os agentes estavam colando o adesivo no papel da notificação, o que impedia o pagamento. Ele explica que eles foram orientados a colar da forma correta e muitas vezes a prática era realizada por terceiros. Para o próximo ano, estão sendo estudadas alternativas para aprimorar o adesivo, inclusive a possibilidade do adesivo plástico, que facilita a retirada, feita com água.

A orientação dada por ele para pessoas que acreditarem ter recebido notificação, mas não encontrá-la no parabrisa, é para que se dirija até o Deptran, pois todo o sistema é informatizado. “Aqui é possível, com os dados do carro, realizar uma busca e saber se foi feita alguma multa e retirar a segunda via. Aproveito para reforçar à população o pedido de procurar ter um bloco de EstaR dentro do carro, pois o agente não tem como saber se o motorista desceu para comprar o cartão ou simplesmente esqueceu de colocar”, orienta.

O Deptran está localizado na Avenida Padre Natal Pigatto, nº 1176, em frente ao Gabinete Municipal de Governo. Mais informações pelos telefones: (41) 3392-3371 ou (41) 3555-3870.

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Sua Opinião





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  • Por Denis Vagner - 05 Dezembro 2017 | 23h03min

    É e sem contar essas ruas nossas que estão em péssimos estados de tráfego,onde é que está o dinheiro do estar? Uma vergonha esta administração nossa,só querem encher os bolsos.

  • Por Denis Vagner - 05 Dezembro 2017 | 22h57min

    É e sem contar que nossas ruas estão em péssimo estado e o dinheiro do estar está sem colocado onde? Uma vergonha só está administração nossa,cadê o dinheiro do estar.

  • Por MARCELO DA SILVEIRA CHAGAS - 05 Dezembro 2017 | 02h34min

    Talvez em vez de um bloco como multa fosse uns dez, assim o motorista iria pensar duas vezes antes de cometer a infração. Esta alternativa já está em projeto em SC.

  • Por Ronaldo Antunes - 05 Dezembro 2017 | 00h16min

    Com a arrecadação das vendas de Estar e multas poderiam colocar as placas com os nomes das ruas, moro no Jardim Florestal e nem uma das ruas possui placas informando os nomes.

  • Por Isaias Augusto Marques - 04 Dezembro 2017 | 20h54min

    Essa cobrança é um absurdo, por se tratar de via pública, uma vez que já pagamos os impostos mais caros do mundo... Só no Brasil mesmo.

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