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Buracos deixam ruas de Campo Largo difíceis e perigosas para trafegar

Mais de 60 quilômetros de ruas. Esta é a extensão da malha viária de Campo Largo com problemas de tráfego, com buracos em quantidade tal que, em algumas é perigoso trafegar a mais de 20 quilômetros por hora.

Por: Luis Augusto Cabral

29/12/2016

Mais de 60 quilômetros de ruas. Esta é a extensão da malha viária de Campo Largo com problemas de tráfego, com buracos em quantidade tal que, em algumas é perigoso trafegar a mais de 20 quilômetros por hora. Já foram registrados pequenos acidentes e quebra de rodas, devido ao grande número de buracos, e em alguns locais os próprios moradores tentaram minimizar os problemas, colocando eles próprios pedras, para preenchê-los, sem êxito, porque sem argamassa as pedras são jogadas longe pelos rodados dos veículos.

O atual prefeito Affonso Portugal Guimarães, em recente entrevista à Folha de Campo Largo, disse que o pavimento da malha viária da cidade é muito antigo e necessita de recomposição. Na sua visão, as operações tapa-buraco de nada adiantam, é necessário um recape completo nas vias e, para isso, o Município não tem recursos. A população, entretanto, não vê por esse prisma, quer e tem direito de reivindicar obras urgentes, para solucionar o problema.

Mais graves
Em toda a cidade é possível ver o pavimento de asfalto se desfazendo. Alguns dos pavimentos, feitos sobre paralelepípedo há cerca de 15/20 anos, já “mostram” as pedras, uma vez que o asfalto se esfarelou. Isso acontece na maioria das ruas centrais. A Clotário Portugal, uma das principais artérias da cidade, tem esse problema  em toda a sua extensão, mas é mais grave na saída da cidade, ao entrar na marginal da antiga pista da BR-277. É quase impossível entrar ali.

Também é gritante a situação das ruas Engenheiro Tourinho, Aloísio Domanski, prolongamento da Osvaldo Cruz, Rui Barbosa, Gonçalves Dias, Domingos Cordeiro e João Batista Valões, na Aparecida; prolongamento da Centenário, na Vila Olímpica; Rua Bom Jesus (única com pavimento em paralelepípedo que há mais de oito anos necessita de reparos); a João Stukas, onde os buracos começaram a aparecer nos últimos meses; e ruas do Cercadinho e Ferraria, onde os moradores pedem urgência nos reparos.

Só restam em estado relativamente bons, as ruas pavimentadas há mais de 30 anos, em paralelepípedo (com exceção da Bom Jesus), e em pedras irregulares, na região central da cidade. Mesmo estas, entretanto, necessitam de uma atenção especial, com pequenos reparos, para que continuem a oferecer segurança para o trânsito.

Na Rua Domingos Cordeiro, moradores chegaram a fazer uma “vaquinha”, compraram pedras e colocaram nos buracos. Mas não adiantou nada, dois dias depois, com a passagem dos veículos, as pedras já haviam sido retiradas dos buracos e a situação permaneceu muito ruim. Depois, alguém tapou alguns dos buracos, com argamassa, a situação melhorou, mas no geral, continua péssima.

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Sua Opinião





  • Por Nei Zuzek - 03 Janeiro 2017 | 23h30min

    Excelente matéria. Rua Mato Grosso na Ferraria está práticamente intransitável em vários pontos. Considerando que é a artéria principal que une o bairro com o centro e também com Curitiba, é inadmissível e precisa solução urgente. Vejam como exemplo similar a Estrada do Cerne em Campo Magro, um tapete como corresponde.

  • Por João Francisco - 03 Janeiro 2017 | 16h13min

    O problema mais grave que acontece em nossa cidade, com as ruas, pricipalmente
    antipós, é o transito de caminhões pesados que chegam de viagem e a maioria dos motoristas vai com o seu caminhão até em casa nos bairros e centro com peso de algumas toneladas,um exemplo, Av Bom jesus, com onibus e carretas da trans-Gobor, além dos buracos,os caminhões transitando dentro dos bairros causam outro problema as Bocas de Lobos e Galérias de àguas pluviais ficam danificadas, com o peso dos mesmos que ficam estacionados carregados nos fins de semana, interessante séria um PATIO em parceria com o Sindicato dos Transportes, Empresas e a Prefeitura, para que esses caminhões chegando de viagem ficassem estacionados neste PATIO,
    o não cumprimento dos proprietários geraria multa pelo DEPTRAN, acredito que ajudaria na conservação das Ruas,principalmente dos bairros onde esses caminhões transitam, a maioria mora nos bairros e vajam para outras cidades do Brasil. Obrigado pela atenção.

  • Por Tres Rios - 03 Janeiro 2017 | 11h29min

    Se o Centro esta assim, Imagina os Bairros?
    Aff,
    Que DeScAsO com a População!!!