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Campo Largo é a 7ª cidade mais segura do Paraná, aponta anuário nacional

O município registra uma taxa de 13,1 assassinatos por 100 mil habitantes, índice inferior à média estadual, de 17,0

Campo Largo é a 7ª cidade mais segura do Paraná, aponta anuário nacional

Campo Largo aparece na 7ª posição entre as cidades mais seguras do Paraná com mais de 100 mil habitantes, segundo o Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026, publicado neste mês de outubro pela MySide, que utiliza dados referentes a 2025. O município registra uma taxa de 13,1 assassinatos por 100 mil habitantes, índice inferior à média estadual, de 17,0, e ao registrado em Curitiba, que chega a 20,1.
O levantamento considera a taxa de violência letal nos municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes. No ranking paranaense, Campo Largo fica atrás de Umuarama, Toledo, Apucarana, Pinhais, Maringá e Sarandi. 
Apesar do resultado, a taxa campo-larguense permanece ligeiramente acima da média da Região Sul, que registra 12,6 assassinatos por 100 mil habitantes. O índice regional é o menor entre as cinco regiões brasileiras analisadas pelo anuário.

Paraná ocupa a sétima posição nacional
No panorama estadual, conforme o levantamento, o Paraná aparece como o sétimo estado mais seguro do Brasil, com taxa de 17,0 assassinatos por 100 mil habitantes. O resultado fica abaixo dos índices registrados em estados de outras regiões, mas é superior aos de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Entre as capitais, Curitiba ocupa a nona posição nacional, com taxa de 20,1 assassinatos por 100 mil habitantes. 
A Região Sul apresenta o melhor indicador de segurança do país, com taxa de 12,6 assassinatos por 100 mil habitantes. Na sequência aparece o Sudeste, com 15,6, seguido pelo Centro-Oeste, com 18,2, pelo Norte, com 26,7, e pelo Nordeste, com 34,8.
O Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026 utiliza informações do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, e estimativas populacionais baseadas no Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O indicador considera a taxa de homicídios por 100 mil habitantes, com aplicação de fator de correção estatística para mortes de intenção indeterminada. A classificação leva em conta o município de ocorrência do óbito.
O levantamento, portanto, avalia especificamente a violência letal e não representa uma análise abrangente de todos os aspectos da segurança pública. Ocorrências como furtos, roubos, estelionatos, violência doméstica sem morte e a percepção de segurança dos moradores não são contempladas pelo indicador.
A exclusão dos municípios com menos de 100 mil habitantes também é uma das regras metodológicas adotadas pelo estudo, com o objetivo de manter maior consistência estatística nas comparações.

Fundada em 2020, a MySide é uma empresa brasileira de tecnologia e serviços imobiliários que atua no mercado de compra e venda de imóveis. A empresa também é responsável pela elaboração do Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil, levantamento que compara indicadores de violência letal em municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes.

Foto: Brunno Zotto

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