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Legado, liderança e escolhas nas diferentes visões de Michélle Galiano e Marina Kuroski

Legado, liderança e escolhas nas diferentes visões de Michélle Galiano e Marina Kuroski


No segundo episódio da série “Mulheres em Pauta”, produzida pela Folha de Campo Largo, a jornalista Danielli Artigas conduziu um diálogo profundo e com duas figuras conhecidas da cidade, a ex-bancária Marina Kuroski e a empresária Michélle Galliano. Sob o tema “Carreira, legado e o direito de dizer chega”, o episódio trouxe as dores, libertações, mas também as realizações que acompanham as grandes escolhas de vida.
Marina Kuroski compartilhou um relato corajoso sobre sua trajetória de 17 anos em uma instituição bancária, onde era referência para clientes e colegas. Apesar do prestígio e da alegria que sempre demonstrou externamente, Marina revelou que o esgotamento chegou a um nível crítico, manifestando-se fisicamente através de falta de ar e aperto no peito, como também psicologicamente.
O momento decisivo veio quando a medicação para ansiedade atingiu a “tarja preta” e pensamentos autodestrutivos começaram a surgir. “Eu precisei parar para que meu marido tivesse a esposa saudável com ele”, afirmou Marina, que hoje vive um processo de cura e redescobriu o prazer em cuidar de si e da família, brincando ao dizer que agora é “do lar” após uma carreira tão sólida.

A solidão da liderança e o plano A
De outro lado, Michélle Galiano trouxe a perspectiva de quem carrega a responsabilidade de um legado familiar. Sendo a única mulher de sua geração à frente dos negócios, Michélle confessou que a autocobrança para não decepcionar a história iniciada por seu avô e seu pai é constante. “A liderança é solitária”, pontuou a empresária, que gerencia uma rede de franquias imobiliárias com a meta ambiciosa de impactar 500 famílias de colaboradores apenas com as unidades que administra. 
Diferente de Marina, Michélle encontra seu equilíbrio no próprio movimento, integrando as três filhas à sua rotina de trabalho e mantendo uma mentalidade de que “não existe plano B”. Ela revelou que até seus momentos de lazer com o marido costumam envolver conversas sobre novos negócios, mostrando que a paixão pelo empreendedorismo é o que a mantém resiliente.

Um convite à reflexão 
O episódio não apenas explorou o sucesso, mas também as fragilidades dessas mulheres que o público muitas vezes vê como “super-humanas”. A conversa reforçou que não existe uma fórmula única, pois enquanto para uma a libertação veio na pausa, para a outra ela se dá na realização profissional e na construção de um propósito.
Com o apoio da linha de chás Oh!Tea, da Campo Largo, o projeto convida as espectadoras a buscarem sua própria “hidratação com propósito” e a terem momentos de pausa para reflexão. O bate-papo completo já está disponível no canal da Folha de Campo Largo no YouTube.

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