O Operário Ferroviário Esporte Clube, de Ponta Grossa, conquistou o primeiro título nacional em 105 anos de história e o campo-larguense Dione Miguel Ribas fez parte dessa conquista
O Operário Ferroviário Esporte Clube, de Ponta Grossa, conquistou o primeiro título nacional em 105 anos de história, é campeão da Série D do Campeonato Brasileiro. Um dos jogadores da equipe é o campo-larguense Dione Miguel Ribas (24), de família que mora no Miqueleto e sempre incentivou a carreira dele.
Foram 11 vitórias em 16 partidas pelo Campeonato e assim o Fantasma da Vila – como o time é conhecido – tem garantida uma vaga na Série C de 2018. A comemoração do título foi neste último final de semana, no jogo contra o Globo-RN. Em 2015, o time foi campeão Paranaense e a torcida tem sido mais presente nos jogos.
Dione atua em campo como meia e já conquistou com o time a Taça FPF sub23 no ano passado. Conta que joga há mais de um ano no Operário, seu primeiro contrato profissional, que dura até o final deste ano. Seu empresário, Ivo Petry, já está estudando propostas, se ele permanece no time ou aceita um dos convites que recebeu para jogar fora do país.
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Ele comenta a satisfação de já ser reconhecido pelos torcedores em alguns lugares que vai em Ponta Grossa. Antes ele jogava como amador no Novo Mundo, time com o qual participou de dois amistosos contra o Operário e foi convidado a integrar o time, no sub23. “Passei por duas semanas de teste e acabei sendo o destaque do Campeonato no ano passado”, conta.
Treinou dos 11 até os 14 anos na RB Esportes e, em Campo Largo, Dione já jogou no Laranja Mecânica, Fanático, Campo Largo e Bonato. Iniciou com 15 anos na categoria Adulto. Com o Laranja e com o Fanático já foi campeão Campolarguense.
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Ele agradece o apoio da família, sempre presente, e dos amigos.” Se não fosse por eles provavelmente teria desistido. É difícil entrar no futebol, são muitos jogadores bons e precisa de um empresário bem atuante”, comenta ele, que conseguiu ir direto para o profissional, sem passar por categoria de base. “Tive uma boa adaptação no Operário e passei por treino intensivo de força já no início, mas em três semanas já estava no ritmo de toda a equipe”, detalha.